Insights Estratégicos do Conteúdo:
- Inauguração da 1ª fase do Grand Lagoon (torres Ligúria e Gênova), primeiro projeto de multipropriedade do complexo Acqualinda World, em Andradina (SP)
- Primeira fase com duas torres – Ligúria e Gênova: 100% comercializadas, mais 5 mil multiproprietários
- Complexo total: parque aquático, parque temático, multipropriedade, hotelaria e vinícola — investimento de R$ 3 bilhões
- O projeto toral do Grand Lagoon terá 14 torres, 1.500 apartamentos em 3 identidades arquitetônicas: Riviera Italiana (6 torres), Francesa (4) e Espanhola (4)
- Em comercialização atualmente: Torres Sanremo e Savona; Portofino e Bellagio previstas até o fim do ano
- Atração central: lago em formato de coração com 30 milhões de litros de água termal do Aquífero Guarani, revestido de geomembrana
- Infraestrutura: restaurante La Riviera, praça de alimentação italiana, 8 lojas e torre de acesso direto ao parque aquático
- Outro empreendimento de multipropriedade, o Acqua Resort (500 aptos), completa as 2 mil unidades do 1º projeto
- Master plan: 3 projetos de multipropriedade, 6 mil apartamentos, mais de 300 mil frações e VGV de R$ 15 bilhões (R$ 5 bi por projeto) em 6 milhões de m²
- Multiproprietário tem acesso livre a todo o complexo (parque, dinossauros, vinícola, resort) — diferencial competitivo
- Estratégia de “engrenagens”: parque alimenta a multipropriedade e vice-versa
PRÓXIMOS PROJETOS
- The Palm Dubai: design inspirado nas ilhas artificiais de Dubai, com lago de mais de 2 km
- Vila Toscana: pousadas de multipropriedade anexas à vinícola Terroir Cinco Elos (600 hectares, 2ª safra; vinhos desde 2024)
IMPACTO REGIONAL
- Hoje: 600 colaboradores e mais 500 mil visitantes/ano
- Projeção: aproximadamente 3.000 empregos diretos quando totalmente operacional
- Turismo deixa de ser só parque aquático: passa a envolver hotelaria, gastronomia, enoturismo e imóveis compartilhados — escala inédita na região

No dia 4 de setembro, Andradina, município com 62 mil habitantes no noroeste de São Paulo, vivenciará um marco para o turismo e a economia regional. A Cinco Elos Empreendimentos inaugura a primeira fase, com duas torres, do Grand Lagoon – Vilas do Mediterrâneo, resort no modelo de multipropriedade que compõe o master plan do complexo Acqualinda World.
Formado por parque aquático, parque temático, multipropriedade, hotelaria e vinícola, o Acqualinda World conta com um investimento total de R$ 3 bilhões. A primeira etapa do projeto foi entregue em 2022, o parque aquático Thermas de Acqualinda. Dois anos depois, mais uma atração foi inaugurada, o Parque dos Dinossauros. Mais recentemente, outra experiência também foi integrada: a vinícola Terroir Cinco Elos. Agora entrará em operação o primeiro projeto de multipropriedade, o Grand Lagoon – Vilas do Mediterrâneo. Também fazem parte do portfólio da companhia dois hotéis no modelo tradicional: Oeste Plaza e Wakanda (hotel com temática africana). Atualmente, o complexo recebe aproximadamente 500 mil visitantes por ano.
O master plan do Acqualinda World prevê mais dois projetos de multipropriedade, totalizando 6 mil apartamentos, aproximadamente 300 mil frações imobiliárias e um VGV total (Valor Geral de Vendas) em torno de R$ 15 bilhões, em uma área de 6 milhões de metros quadrados.
Para o empresário Mário Celso Lopes, idealizador da Cinco Elos Empreendimentos, a data tem um peso que ultrapassa os resultados de vendas e a contabilidade de unidades entregues. “É um momento muito importante, estamos começando a operação da propriedade compartilhada, fazendo a composição junto ao Acqualinda World”, celebra ele.
As duas torres que entrarão em operação em setembro fazem parte de um conjunto integrado de elementos que vai muito além de empreendimentos hoteleiros. Junto aos 120 apartamentos da torre Ligúria e da torre Gênova, também serão inaugurados o restaurante La Riviera e a principal atração do projeto: o Grand Lagoon – lago revestido de geomembrana, em formato de coração, com 30 milhões de litros de água termal, abastecido pelo mesmo Aquífero Guarani que viabilizou todo o complexo. ‘’A água, de origem termal, confere ao lago características que o distingue de qualquer piscina ou lago artificial convencional: temperatura natural e propriedades minerais”, explica o empresário.
14 Torres e um Lago Central

O projeto total do Rivieras do Grand Lagoon – Vilas do Mediterrâneo tem o lago centralizado, cercado por uma praça de alimentação italiana, oito lojas, o restaurante La Riviera e 14 torres de multipropriedade, totalizando 1.500 apartamentos distribuídos em três identidades arquitetônicas distintas: a Riviera Italiana, com seis torres (Ligúria, Gênova, Sanremo, Savona, Portofino e Bellagio); a Riviera Francesa, com quatro torres inspiradas em Côte d’Azur e Saint-Tropez; e a Riviera Espanhola, com quatro torres com estética de Costa Brava e Ibiza.
A conexão entre as torres e o parque aquático será feita por uma torre de acesso italiana, com elevador e escada, que permite ao hóspede ir de seu apartamento direto ao parque sem sair do complexo. Há ainda uma área de lazer aquático integrada ao Grand Lagoon, completando a experiência de lazer e bem-estar entregue nesta primeira fase.
“A Rivieras do Grand Lagoon é uma aposta bastante ousada e que não existem no Brasil empreendimentos dessa natureza. Ter todas as torres ali no entorno do Grand Lagoon formando as rivieras — isso realmente é surpreendente quando você fala de empreendimentos turísticos e hoteleiros. É um negócio totalmente diferenciado”, diz o sócio-proprietário do Acqualinda World.
Completando o portfólio, o Acqua Resort terá 500 apartamentos em duas torres, com características próprias e infraestrutura completa de resort. Somado às 1.500 unidades da Rivieras do Grand Lagoon, fecha as 2 mil unidades do primeiro projeto de multipropriedade.
“Cada multiproprietário terá livre acesso a todo o complexo: parque aquático, Parque dos Dinossauros, vinícola e resort. Isso é um grande ganho para quem adquire uma fração do projeto, pois numa viagem de uma semana, pode-se desfrutar de diversas experiências”, observa Mário Celso.
As duas torres que serão inauguradas – Ligúria e Gênova – estão 100% comercializadas, atendendo cerca de 5 mil multiproprietários. Neste momento, estão sendo comercializadas as frações da Sanremo e Savona, que também já estão em fase de construção avançada. “A expectativa está muito boa, estamos avançando com as vendas, e temos expectativa para iniciar a comercialização das torres Portofino e Bellagio até o final deste ano”, planeja o empresário.

Entretenimento como Âncora do Projeto
O parque aquático Thermas Acqualinda é a âncora de todo o complexo. Idealizado em 1998 – inicialmente para a represa do Jupiá, onde permaneceu 20 anos na gaveta – o parque encontrou em Andradina as condições que faltaram por duas décadas. Em 2018, a perfuração de um poço de água termal com 250 mil litros de água jorrante – que se mantém até hoje – destravou a execução. Após quatro anos de obras, o parque foi inaugurado em 2022.
Com mais de 140 mil metros quadrados, o parque aquático reúne mais de 10 atrações classificadas em três níveis — familiar, moderado e radical. Destacam-se o Vulcão do Acqualinda, ícone de 45 metros de altura com cascata que funciona alternadamente ao longo do dia; o Rio Lento, com mais de 1 km de extensão contornando a ilha central; e a Praia dos Moais, inaugurada em junho de 2024, com 3,63 milhões de litros de água em 5 mil metros quadrados, borda infinita, fontes inspiradas nas estátuas da Ilha de Páscoa, hidromassagem e ofurô coberto. O parque conta ainda com suporte sensorial para visitantes com Transtorno do Espectro Autista, incluindo Quiet Room e pulseiras de identificação. Há ainda uma montanha-russa aquática em desenvolvimento.
Em junho de 2024, o Acqualinda World ampliou sua oferta com a inauguração do Parque dos Dinossauros. São aproximadamente 20 esculturas animatrônicas em cenário do período Jurássico e uma tirolesa de 140 metros – a Dinolesa – com vista panorâmica. Ambos operam em conjunto, atraindo hoje cerca de 500 mil visitantes por ano.
Mário Celso descreve a relação entre os componentes do complexo como uma engrenagem que se retroalimenta – parque alimenta multipropriedade, multipropriedade alimenta parque, hotelaria alimenta ambos. “É como as engrenagens de um relógio: uma impulsionando a outra. O parque traz os visitantes, os visitantes acabam adquirindo a propriedade compartilhada, o visitante vem para desfrutar da propriedade compartilhada e visita o parque, e vice-versa”.
Master Plan: Três Projetos, Três Conceitos

O Rivieras do Grand Lagoon é o primeiro de três empreendimentos de multipropriedade previstos no master plan. Cada um somará 2 mil apartamentos, totalizando 6 mil unidades. O VGV (Valor Geral de Vendas) conjunto será de R$ 15 bilhões — R$ 5 bilhões por projeto. O investimento total do complexo turístico, incluindo os três resorts/multipropriedades e o parque, é de R$ 3 bilhões.
Cada projeto tem conceito e modelo arquitetônico próprios. O segundo, The Palm Dubai, terá design inspirado nas ilhas artificiais em formato de palmeira de Dubai, como a Jumeirah. Na coroa da palmeira, um rio será represado, formando um lago de aproximadamente 2 km de extensão. O terceiro, Vila Toscana, será um conjunto de pousadas de multipropriedade anexado à vinícola Terroir Cinco Elos, com estilo que remete ao interior italiano. As videiras foram plantadas em 2023, já estão na segunda safra, e os vinhos são produzidos desde a primeira safra de 2024.
Mário Celso conta que o projeto da vinícola não estava no master plan original. “Nesse período de construção e execução desses projetos, nós fomos adquirindo mais terras no entorno e anexamos os 600 hectares — 6 milhões de metros quadrados de terreno. É uma coisa inédita aqui na nossa região. Por aqui, no Oeste Paulista, não há vinícolas. Quando abrirmos para visitação pública ali dentro do complexo, tenho certeza de que vai agregar bastante valor ao complexo, aumentando o número de visitantes”, projeta o empresário.
O empresário reforça o crescimento do enoturismo no Brasil e enxerga na combinação de experiências um diferencial competitivo. “Existe hoje, em nível mundial, um interesse muito grande pela apreciação de vinhos, por conhecer uma vinícola e por todo o processo produtivo’’, afirma ele. “Integrando isso à proposta de multipropriedade, junto ao parque aquático, acreditamos que é uma oportunidade ímpar para o visitante ter várias experiências diferentes”.

Modelo de Multipropriedade e Impacto Regional
As duas primeiras torres comercializadas foram vendidas para cerca de 5 mil multiproprietários. A localização estratégica de Andradina — no eixo de quatro estados (SP, MS, PR e MG) — explica o perfil dos clientes: 75% dos compradores vêm do Mato Grosso do Sul (Campo Grande, Dourados), do Paraná (Maringá) e de cidades paulistas próximas como São José do Rio Preto e Araçatuba. Os 25% restantes são de Andradina e cidades vizinhas.
“Nós enxergamos que há uma demanda muito forte para esse turismo do interior — um turismo seguro, que te proporciona tudo o que você pode buscar numa praia, numa cidade grande, mas com muito maior conforto, segurança, e com hotelaria cinco estrelas. Nós estamos no eixo de quatro estados, que têm carência de algo dessa envergadura”, sustenta o empresário.
A aposta no modelo de multipropriedade em Andradina dialoga com experiências consolidadas em outros polos turísticos brasileiros. “Nós temos um histórico de Olímpia (SP) e Caldas Novas, em Goiás, que já consolidaram esse modelo com entregas de projetos gigantescos. Isso traz segurança para quem compra, sabendo que existe uma entrega. Em Caldas Novas tem mais de 100 mil leitos de multipropriedade. Olímpia já passou de 30 mil leitos”, observa Mário Celso, referindo-se à maturidade do mercado brasileiro para absorver a oferta.
O complexo hoje emprega 600 colaboradores. Quando totalmente operacional — com os três empreendimentos de multipropriedade e o parque em plena capacidade —, a projeção é de aproximadamente 3.000 empregos diretos. Os 500 mil visitantes anuais atuais tendem a crescer conforme as novas fases sejam inauguradas. Para Andradina, o impacto é estrutural: o turismo deixa de ser apenas o parque aquático e passa a envolver hotelaria, gastronomia, enoturismo e imóveis de uso compartilhado em uma escala sem precedentes na região.







