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Montanha-russa aquática do Wet'n Wild inaugura em outubro

Parque Wet’n Wild anuncia montanha-russa aquática inédita no Brasil

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Insights Estratégicos do Conteúdo:

  • Parque aquático Wet’n Wild  inicia a operação da KOBRA, montanha-russa aquática, em outubro.
  • Atração integra uma nova fase de investimentos do empreendimento.
  • Primeira montanha-russa aquática do tipo “plug-in” no Brasil: automação e reservatórios vêm em containers importados, prontos para instalação.
  • Percurso de 255,7 metros com descidas radicais, quatro trechos de subida com propulsão “hydro jet” e um arco pendular.
  • Circuito de 140 mil litros de água gerenciado pelo sistema Eco-Navigator, que monitora movimento e consumo para otimizar energia e água.
  • Textura da atração viabilizada por tecnologia ainda inédita no país.
  • Obras em fase final; primeiros testes a partir de setembro.
  • Uso coletivo: duas pessoas por boia.
  • Velocidade e tempo de percurso serão confirmados após os testes, pois dependem do peso e perfil dos visitantes.
  • Destaque é o “RIFT”, arco pendular similar a um looping — inédito no Brasil e único em montanhas-russas aquáticas.
  • Não vira os visitantes de ponta-cabeça nem completa 360°, mas provoca movimentos de ida e volta em ângulos próximos a 90 graus.
  • Combo água + propulsão diferencia o percurso dos toboáguas tradicionais (quedas, curvas, mudanças de direção e trechos abertos/fechados com efeitos especiais).

 

O Wet’n Wild, parque aquático localizado às margens da Rodovia dos Bandeirantes (SP), inicia em outubro a operação da KOBRA, sua nova atração radical, como parte de uma nova fase de investimentos do empreendimento. Com temática inspirada em serpentes — o desenho e a coloração remetem a uma cobra-coral quando vista de cima, e a texturas e cores de diferentes espécies brasileiras quando vista por baixo —, a atração simula o corpo sinuoso do animal e é visível à distância da rodovia.

Tecnologia inédita no país

A KOBRA é a primeira montanha-russa aquática do tipo “plug-in” no Brasil: o sistema de automação e os reservatórios vêm em containers importados, prontos para instalação. Com 255,7 metros de extensão, o percurso combina descidas radicais, quatro trechos de subida com propulsão “hydro jet” e um arco pendular. Os 140 mil litros de água do circuito são geridos pelo Eco-Navigator, sistema de sensores que monitora movimento e consumo para otimizar o uso de energia e água ao longo do trajeto. A textura inédita da atração também foi viabilizada por tecnologia ainda não utilizada no Brasil.

Cronograma e operação

Em fase final de obras, a atração passará pelos primeiros testes a partir de setembro e terá uso coletivo, com duas pessoas por boia. Velocidade e tempo de percurso serão confirmados após os testes, pois dependem do peso e das características dos visitantes.

Segundo Alain Baldacci, CEO do parque, a combinação entre água e propulsão diferencia o percurso dos toboáguas tradicionais: “A propulsão da água faz com que a boia avance por trechos de subida, criando uma sequência dinâmica de quedas e curvas ao longo do trajeto, que conta ainda com mudanças de direção e trechos abertos e fechados com efeitos especiais.”

Diferencial no mercado

O marco da atração é o “RIFT”, um arco pendular similar a um looping, inédito no Brasil e único em montanhas-russas aquáticas. O elemento não vira os visitantes de ponta-cabeça nem completa um giro de 360 graus, mas provoca movimentos de ida e volta em ângulos próximos a 90 graus. A KOBRA ocupa área próxima à atração Meteor.

“A chegada da KOBRA representa um momento muito especial para o Wet’n Wild. Estamos trazendo ao Brasil uma atração que combina inovação, tecnologia e muita adrenalina. Mais do que ampliar nosso portfólio, queremos oferecer aos visitantes experiências marcantes e únicas, reforçando o compromisso do parque com o pioneirismo e com a busca por novidades que surpreendam nosso público”, acrescenta o executivo.

Picture of Por: Fabio Mendonça

Por: Fabio Mendonça

Redação Turismo Compartilhado