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Palestra sobre gestão e motivação fecha Top Seller 2018

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Com muito humor, palestrante Cristiano Lopes termina evento da RCI Brasil


Show de mágica, show de humor, show de motivação, show de conteúdo. Assim foi o encerramento das palestras do Top Seller Event 2018, com o palestrante, escritor e professor Cristiano Lopes. O evento, organizado pela RCI Brasil, acontece nos dias 24 e 25 de outubro, no Costão do Santinho, em Florianópolis/SC.
‘’Vivemos em uma era de mudança’’, assim começou sua palestra, Cristiano Lopes. ‘’O mercado é volátil, incerto, complexo, ambíguo’’, disse ao explicar o que é o mundo VUCA. ‘’Se tivermos nossos modelos de negócios baseados como no passado, não teremos sucesso. O mundo VUCA exige profissionais de alta performance’’.
‘’E agora, o que nós precisamos fazer nesse mundo VUCA?’’, questionou em tom de brincadeira o palestrante. ‘’Posicionamento’’.

Cristiano Lopes falou sobre o Ranking do Posicionamento. ‘’Imagine pessoas ou empresas que mais fazem, mais inovam, mais empreendem. Qual a posição que estão no ranking? Em cima’’.
De acordo com ele, a primeira lição a aprender no mercado no mundo VUCA é ter atitude. ‘’Nós sabemos o que temos que fazer. A diferença está entre os profissionais que pensam e  fazem. E a diferença é atitude’’.
Ele questionou: ‘’Onde se encontra a maioria dos profissionais? No meio do ranking. O profissional de média’’.
Para Cristiano Lopes, o profissional de alta performance não pode ter meta de média, tem que fazer acontecer, não pode ter zona de conforto.
Ele explicou que muitas vezes o próprio ser humano não vai além por conta da zona de conforto e pensa: ‘’Assim, tá bão’’, brincou o palestrante, com seu sotaque mineiro.
 O que é sucesso
O palestrante explicou que sucesso é sinônimo de felicidade. ‘’Trabalhar com turismo deve ter felicidade. As pessoas confundem sucesso com dinheiro, mas é errado’’, disse. ‘’Quem trabalha com tempo compartilhado deve trabalhar com propósito. Com propósito consegue mudar e ter resultados melhores. Só sai do lugar quem faz melhor ou faz diferente’’.
Modelos de Gestão

Cristiano Lopes faz mágica, com participação de Sérgio Falquer, da CASE

Cristiano Lopes comparou os modelos de gestão, no passado, presente e futuro.  Segundo ele, a empresa do passado tem uma palavra de ordem, ‘’que se chama poder’’. ‘’O poder é representado por uma coisa que se chama cargo e crachá. Quem está lá em cima no passado é conhecido com dono ou patrão’’, brincou.
E a parte de humor continuou: ‘’Você já viu o medo que as pessoas têm do dono de uma empresa? O dono tá chegando, não faz nada não. O que o chefe faz? Manda. E quem está abaixo? Obedece ou vai embora’’, brincou o palestrante.
‘’O que funcionário mais gosta em uma empresa?’’, perguntou o palestrante. ‘’Férias e feriado’’, disse, arrancando gargalhadas do público. ‘’Funcionário vive para reclamar e reclama  para viver. Reclama de tudo quando o chefe não está lá’’, continuou.
‘’Quantas empresas do Brasil ainda estão nesse modelo?’’, perguntou. ‘’A maior parte das empresas vivenciam esse modelo’’.
Segundo Cristiano Lopes, no mundo VUCA essas empresas e esses profissionais vão desaparecer.
Ele explicou a diferença das empresas do passado para o presente. ‘’A diferença do funcionário do passado para o presente se chama funcionalidade. O chefe do presente tem outro nome, é chamado de líder ou gestor, e o funcionário é chamado de colaborador’’, disse ‘’O líder tem que ser uma inspiração e motivar a equipe’’.
Já as três características do profissional do futuro, segundo o palestrante, são: empreendedorismo, visão holística, tecnologia.

No final da palestra, Cristiano Lopes exemplificou uma empresa que já se inseriu no mundo VUCA, mudou e inovou sua gestão e relacionamento com clientes: Cirque du Soleil.
‘’O Cirque du Soleil se posicionou com sucesso no mundo VUCA, inovou na forma do espetáculo circense, vendendo magia e experiência, alegria, sonho, arrepio’’, explicou o palestrante.
‘’A pergunta é: Você arrepia o seu cliente? Estou falando do ponto de vista profissional’’, brincou Cristiano Lopes.
O palestrante salientou que o Cirque du Soleil desenvolveu um modelo único:
– Eliminou astros circenses, os animais nos espetáculos, descontos para grupos, espetáculos com picadeiros;
– Elevou o picadeiro único;
– Reduziu diversão e humor, vibração e perigo;
– Criou ambiente refinado, várias produções, músicas e danças artísticas.
‘’Sabe por que faço mágica nas palestras? Nunca fui mágico. Mas a mágica atrai, ninguém quer palestra preto e branco, querem emoção nas palestras’’, disse Cristiano Lopes, explicando que precisa se diferenciar no mercado de palestras também. ‘’Sabe por que as pessoas gostam de mágica? Torcem para dar errado’’, brincou ele.
No final, Cristiano deu exemplos de sua vida profissional que precisou diferenciar-se e ter um propósito na vida. ”Todos dias na vida podemos fazer a inovação acontecer, desde que tenhamos propósito”, finalizou.

  • A Revista Turismo Compartilhado cobre o evento a convite da RCI Brasil

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