HOTELARIA
NEGÓCIOS
ENTRETENIMENTO
MULTIPROPRIEDADE
EXPERIÊNCIAS
MERCADO
PARQUES

Oportunidades para parques temáticos fecha painéis do ADIT Share 2017

Compartilhe esta matéria!

WhatsApp
Telegram
Facebook
Twitter
LinkedIn
Email

Parques aquáticos e temáticos é um dos negócios que mais cresce na indústria de turismo mundial, alavancando e gerando mais negócios para outros mercados, como arquitetura, tecnologia e tempo compartilhado. Essa realidade ilustrou o último painel do ADIT Share 2017, ‘’Parques aquáticos e temáticos: o entretenimento como fonte de negócios de tempo compartilhado’’, com a participação de Fabiana Valadão, gerente de projetos e implantações do Grupo Rio Quente, Cristobal Comandari, diretor do Crystal Lagoons, Alex Cavaleiro, sócio-diretor da Cavaleiro Consultoria, Carlos Maud, sócio-diretor da Carlos Maud Arquitetura & Planejamento, Rodrigo Macedo, diretor da Tríade Soluções Inteligentes, e como moderadora Susane Roma, da RCI Brasil.
 
Abrindo o painel, Cristobal Comandari, da empresa Crystal Lagoons, apresentou os grandes projetos do grupo mundo afora. Com proporções impressionantes, as lagoas artificiais construídas chamam atenção em todos os locais implantados, mostrando que os impactos e benefícios desse tipo de empreendimento acrescentam não só a rede, mas também às comunidades em torno de um grande projeto. Em sua apresentação, Comandari disse que o mais importante é fazer projetos viáveis e que possam ser de fato diferenciais para o cliente de tempo compartilhado.
 
Um dos primeiros passos para o desenvolvimento de um parque temático é o projeto arquitetônico. Desde 1987 no mercado, o arquiteto Carlos Mauad é um dos maiores nomes brasileiro para masterplan para hotéis e parques temáticos. Em seu portfólio há projetos que fizeram parte da construção do segmento no Brasil. Para ele, o maior desafio para garantir o aquecimento do setor é ambientar de forma que os projetos sejam confortáveis para o público, com uma linguagem arquitetônica que acorde com o perfil dos turistas de cada parque.
 
 
Satisfação do cliente day use
Projeto entregue, lucro 100% garantido…ainda não! A manutenção desse tipo de empreendimento mostra que o trabalho não pode parar. Fabiana Valadão, do Grupo Rio Quente, apresentou a rotina de trabalho no Hot Park, o parque aquático do Grupo.
 
Esse trabalho é o que garante o interesse do cliente, mesmo aquele que já visitou o parque mais de uma vez. “Quando se trabalha com família é muito importante apresentar um projeto bem feito e seguro, unindo atrações e segurança. É preciso motivar o cliente. São essas ações que garantem a venda de tempo compartilhado”.
 
E são de fato, o parque Hot Park é de extrema importância para o Vacation Ownership, gerando 17% das receitas das vendas do timeshare, e ainda boa parte da captação de clientes para as salas de vendas acontece no parque.
 
Décimo parque temático mais visitado do mundo, o investimento de cada atração alcança a casa dos milhões. A estratégia é fazer lançamentos sequenciais, com intervalos entre dois e três anos. “Isso garante a motivação do cliente, facilita a captação e aumenta a credibilidade”, conclui Fabiana.
 
Parque de neve
O consultor de negócios Alex Cavaleiro, da Cavaleiro Consultoria, mostrou seu atual negócio ao público do ADIT Share: ‘’garantir ao brasileiro formas de diversão sem sair do país’’. No momento, o investimento é a abertura de parques de neves.
 
“Diferente do que acontece no exterior onde esportistas são o público-alvo desse tipo de parque temático, aqui no Brasil, são famílias que mais se aventuram nas diferentes formas de diversão”, explicou Cavaleiro, referindo-se as arenas multiusos presentes nos projetos. “Estamos falando de um negócio que cresce anualmente 4 bilhões de dólares no mundo. O importante é prosperar em torno do principal: não vendemos tijolo e sim emoção”.
 
Tecnologia
Aliando ao crescimento do setor, a tecnologia pega carona num mundo cada vez mais virtual. Da entrada até a saída do day use em parques aquáticos ou temáticos, todo o sistema operacional deve ser pensado com tecnologia de precisão. O leque é imenso, cabendo o controle das cancelas às formas de pagamento, onde ainda se tem a cultura do uso de papel e do dinheiro em espécie. Para Rodrigo Macedo, da Tríade Soluções Inteligentes, o brasileiro gosta de tecnologias e isso está cada vez mais em crescimento.
 
Com tantas alternativas de mercado, a tecnologia está no processo que mais tem espaço para abertura no segmento. “Já se é possível fazer tudo por aplicativos de celular: das reservas aos pagamentos, como já se é feito com o Uber. Esses aplicativos é que podem auxiliar na redução de filas, melhorar o atendimento ao cliente dentro dos parques e facilitando o trabalho de pagamento e recebimento que é debitado direto no cartão do cliente”.
 
 
 

WhatsApp
Telegram
Facebook
Twitter
LinkedIn
Email

Clique para compartilhar!

Deixe sua opinião!

Vote para PERSONALIDADE DO ANO no mercado de propriedade compartilhada.

Decida quem foi a “Personalidade do Ano” no nosso mercado! O resultado será exibido na página principal no dia 31 de Fevereiro de 2000