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Economia compartilhada se consolida no setor de turismo

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Essa tendência mundial que já chega a outras atividades econômicas, também vai ao encontro da nova forma de consumir das novas gerações, que priorizam a experiência em detrimento da posse


Tendência mundial, a economia compartilhada vai ao encontro com os interesses de uma nova geração de consumidores, que valorizam mais as experiências em detrimento da posse. Esse conceito ganha ainda mais força com a urgente necessidade de se racionalizar os recursos naturais. Esse emergente modelo econômico, há um bom tempo, vem ganhando espaço no turismo.
“Hoje, existe uma tendência de compartilhamento, não só no segmento do turismo, mas em muitas outras áreas. Hoje em dia compartilha-se helicópteros, bolsas de luxo, lanchas. Com esse novo modelo econômico, o turismo compartilhado torna-se mais inteligente, porque o cliente compra exatamente o período que tem disponível para viajar e ainda tem a possibilidade de trocar os destinos, fazendo o intercâmbio”, explica Adriana Chaud, diretora da New Time, empresa líder na comercialização imóveis fracionados ou compartilhados em empreendimentos turísticos.
Adriana explica que o turismo compartilhado tem crescido no Brasil, impulsionando economicamente o setor. “Estamos no mercado de imóveis compartilhados desde 2011 e, de lá pra cá, observamos a mudança no turismo compartilhado e a consolidação desse modelo no Brasil”, diz Adriana Chaud.
A executiva lembra que outros modelos de negócio dentro da área e turismo também reforçam a ideia de que o setor é o que melhor tem se adaptado ao conceito de economia compartilhada. “Temos as empresas de intercâmbio de férias, como a RCI e Interval, aplicativos de transporte que compartilham veículo, como o UBER ou o Cabify, ou aplicativos de hospedagem compartilhada. Essa é uma tendência mundial, que já chegou no turismo, e começa a ser adotada em outras atividades econômicas”, afirma Adriana.
A diretora da New Time também confirma que as novas gerações, como os jovens das chamadas gerações Y (entre os 21 e 34 anos) e Z (entre 15 e 20 anos), são os que melhor estão assimilando esse novo modelo de consumo proposto pela economia compartilhada. “Os jovens de hoje dão muito mais valor a  experiência, a vivência de um momento, do que a posse. Então são pessoas que não querem ter o trabalho de ter um imóvel de férias, como um apartamento na praia ou uma casa de campo, e ter trabalho com a manutenção desse imóvel pela vida toda. Por meio de um imóvel fracionado, por exemplo, a pessoa terá acesso a um empreendimento turístico de altíssimo padrão, como um resort de luxo, num destino altamente requisitado, sem ter a dor de cabeça com condomínio, IPTU, manutenção e outras coisas, e ainda, ao valor bem mais em conta. Ou seja, é algo mais prático e ao mesmo tempo de qualidade, valores que os jovens consumidores buscam o tempo todo”, argumenta Adriana.
Viabilidade dos projetos
Eduardo Honorato, também sócio-fundador da New Time, diz que além de melhor para os novos consumidores, a economia compartilhada tem também impulsionado novos projetos na área de turismo. Segundo ele, empreendimentos que são comercializados no sistema de multipropriedade ou fracionados conseguem uma boa forma de financiamento e têm um significativo aumento no  valor geral de vendas (VGV).
“O cliente, se beneficia por adquirir um empreendimento de alta qualidade, muitas vezes em resorts, com serviço de hotelaria de primeira linha e pelo tempo exato que irá usar. Já o incorporador lança projetos que talvez não lançaria pelo momento econômico ou ganha ao poder usar as frações para dar vazão ao estoque de um produto que já foi lançado e valoriza a venda final do empreendimento”, esclarece Honorato.
Fonte: Comunicação Sem Fronteiras

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