Apesar da polêmica, desenvolvedores do empreendimento Quinta Santa Bárbara Eco Resort, em Pirenópolis/GO, mostram que estão totalmente em conformidade com toda a legislação, além de levarem benefícios para a cidade e seus moradores.

 

Durante dois anos, o empreendimento Quinta Santa Bárbara Eco Resort passou por todas as etapas de exigências e aprovações legais, iniciando pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), passando pelos órgãos ambientais estadual e municipal, pelas concessionárias estaduais de água e energia, finalizando na Prefeitura Municipal de Pirenópolis. Na próxima semana, o empreendimento entrará com recurso para comprovar a legalidade do processo.

 

Com uma proposta de integração ao conjunto arquitetônico da cidade e respeito ao meio ambiente, o terreno de 60 mil m² será ocupado com edificações em apenas 10% de sua área total, terá 72% de área permeável, e 30 mil m² de áreas verdes, que incluem a área de preservação permanente (APP). As edificações terão altura máxima de 8,5m, em até dois pavimentos. A arquitetura será em estilo colonial, cumprindo todas as exigências de especificações do Iphan. No total, serão 192 apartamentos de um ou dois quartos.

 

Sustentabilidade e infraestrutura urbana
Importantes obras de infraestrutura estão previstas para o entorno e no terreno do Quinta Santa Bárbara Eco Resort, beneficiando não só o empreendimento, mas também o bairro vizinho e a cidade.

 

Será construída na Rua Santa Bárbara galeria de água pluvial com dezenas de “bocas de lobo” para captação e escoamento de enxurradas, que estará ligada a uma rede pluvial interna ao terreno e estas serão amortecidas em bacias construídas em sistema de gabião que irão corrigir um antigo problema de inundações no local.

 

A Área de Preservação Permanente (APP) existente no terreno será toda recuperada, com tratamento do solo e reflorestamento. A equipe especializada contratada para a execução desses serviços, desenvolverá ainda, um trabalho de educação ambiental com crianças carentes do bairro vizinho e suas famílias, possibilitando a produção de mudas que serão adquiridas pelo empreendimento. A área a ser reflorestada tem aproximadamente 25.000 m².

 

O empreendimento não utilizará água da rede da cidade fornecida pela Saneago. Após liberação de outorgas, pela Secretaria do Meio Ambiente Estadual, foram perfurados três poços artesianos, além da limpeza de um outro já existente. Esses poços foram doados para a Saneago que utilizará o excesso como contribuição ao abastecimento da cidade.

 

Além disso, o projeto irá promover captação e tratamento de águas das chuvas, que serão armazenadas em reservatórios subterrâneos; instalação de sistema de aquecimento solar, instalação de transformador e grupo gerador, implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), para tratar 100% dos resíduos produzidos no empreendimento e não poluir o subsolo, as águas dos córregos e os rios da cidade.

 

As chamadas águas cinzas (provenientes de chuveiros e lavatórios) serão tratadas pela ETE e reutilizadas para molhar jardins, lavar calçadas e abastecer as descargas das bacias sanitárias de todo o empreendimento. As águas negras (que possuem resíduos sólidos orgânicos) serão tratadas e usadas na produção de adubos para manutenção das áreas verdes do terreno.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação